GALA 1
A AVANT-PREMIÈRE CARIOCA DE "BENS CONFISCADOS"
Foi no domingo, 03 de outubro, na Première Brasil, hors concours dentro do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, e debaixo de uma garôa quase paulistana, que afastou parcialmente uma parte do público habitual do belíssimo cine Odeon, que BENS CONFISCADOS foi mostrado pela primeira vez ao público e aos atores - incluindo a atriz-produtora Betty Faria.
Embora um dos pontos altos do filme destacado por espectadores da sessão tenha sido a trilha original de Ivan Lins, a noite da avant-première foi marcada pela homenagem ao grande compositor Tito Madi, autor de "Sonho e Saudade", tema musical da abertura do filme, aplaudidíssimo pela platéia.
AS FOTOS SÃO DE ELEONORA REICHENBACH


Márcia de Oliveira, a Nelinha de GAROTAS DO ABC, que interpreta Penha, uma das personagens essenciais de BENS CONFISCADOS, cumprimenta Werner Schünemann (de quem apanhou muito "em cena"), sob as vistas de Ivan Lins, Betty Faria e Eduardo Dussek. O diretor Reichenbach beija a atriz Michelle Valle (a Aurélia de "GAROTAS DO ABC") que foi prestigiar a sua amiga inseparável desde o final das filmagens de GAROTAS.
Alguém observou no final sessão que Eduardo Dussek é a "Sofia" (Vera Mancini) de BENS CONFISCADOS, "roubando" literalmente todas as cenas em que aparece.

Beth Goulart (formidável em sua participação especialíssima) encontra Betty Faria (atriz e produtora), enquanto José de Abreu (que viu nascer BENS CONFISCADOS há quatro anos atrás, em Gramado, num encontro entre o diretor, a produtora Sara Silveira, Betty Faria e Werner) ensaia o seu sotaque gaudério com Werner Schünemann e o crítico Nelson Hoinheff. Michelle Valle e o jovem ator Renan Gioelli testemunham o improviso.

Betty abre a apresentação de seu primeiro longa metragem como produtora. Muita gente se surpreendeu ao vê-la com a perna engessada. Muito pouca gente sabe que a atriz se acidentou há um mes atrás por excesso de profissionalismo.


Em seguida, a também produtora Sara Silveira, sócia e grande amiga de Carlos Reichenbach, agradeceu à Deus e todo mundo; sobretudo a RIO FILME, a maior parceira da produção.
Escrito por Carlos Reichenbach às 19h22
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