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REDUTO DO COMODORO - o Blog de CARLOS REICHENBACH - comodoro@olhoslivres.com |
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PONDO A CARA NO PRÓPRIO FILME 01
- Uma das minhas raras aparições na frente das câmeras em filme próprio. Trata-se de EXTREMOS DO PRAZER (1983), numa decisão de última hora em personificar um personagem semi-oculto, o ativista de esquerda Carlos Willer, pivô da tragédia íntima do personagem principal, o professor universitário interpretado pelo saudoso Luiz Carlos Braga. A cena é uma "visão" do professor com a esposa morta (assassinada pela repressão) e do ex-aluno que a roubou de seus braços para a luta armada.

Escrito por Carlos Reichenbach às 18h10
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GAROTAS DO ABC - 01
Fotos: Vivian Golombek

AURÉLIA
MICHELLE VALLE (Rio-RJ/14/04/1982) - Modelo desde os 14 anos, Michelle realizou o sonho de ser atriz quando foi escolhida para protagonizar Garotas do ABC - Aurélia Schwarzenega. "Foi uma loucura maravilhosa do Carlão", diz ela, que sempre sonhou ser atriz. "Ele foi muito corajoso em entregar um papel de tanta responsabilidade a uma iniciante como eu". Para corresponder ao voto de confiança do cineasta, Michelle diz que deu tudo de si e apaixonou-se pela personagem. " Foi meu primeiro trabalho como atriz, nunca vou me esquecer de Aurélia ". Numa das mais comentadas seqüências do filme, Aurélia faz uma espécie de strip-tease ao contrário. Ou seja, aparece nua, no quarto, se vestindo para sair. "Como sou tímida" - conta Michelle - " tive muita dificuldade" neste e em alguns momentos mais calientes. "Mas Carlão" - confessa - "foi de imensa doçura e paciência comigo". Por isto, "tudo saiu bem". Michelle conta que gosta de "dançar, é trabalhadeira como Aurélia e faz questão de ajudar a família". Admite, portanto, que tem "pontos em comum" com sua personagem. "Só não sou tão solta quanto ela nas coisas relativas ao sexo". Depois de filmar Garotas do ABC, Michelle fez participação especial na novela Celebridade (interpretou a modelo Tereza, namorada do fotógrafo Bruno). Na trama de Gilberto Braga, ela se deixava fotografar numa praia, aos beijos com outro personagem, em busca de fama. A atriz protagonizou, no Mato Grosso, o curta Comprometendo a Atuação, de Bruno Bini. Seu parceiro no projeto foi o ator Jonathan Haagensen, de Cidade de Deus. Michelle vai, agora, matricular-se num curso de Artes Cênicas, pois quer desenvolver todos seus potenciais como atriz.

PAULA NÉLSON
NATÁLIA LORDA (La Plata - Argentina -26/08/74). Natália está concluindo curso de Artes Cênicas, com especialização em Teatro, na Escola de Arte Dramática (USP). Como atriz atuou em Tio Vania e O Macaco Peludo (ambas com direção de Celso Frateschi), Farsas e Improviso de Molière (dir. Beth Lopes), Luzes da Bohemia (dir. William Pereira), Improviso para Clows e Guitarra (dir. Cristiane Paoli-Quito), Ifigenia em Aulis (dir. René Piazentin), Roma de Hospital (dir. Luis Damasceno), Baile de Debutantes (dir. Frederico Foroni), e Edipo Rei (dir. Teotônio Sobrinho). Como diretora realizou O Candidato (Harold Pinter), Hamlet-Machine (Heiner Mueller), Fuck you Baby e Cocoonings (ambas de Mário Bortolotto). Na TV, Natália atuou na novela O Direito de Nascer (SBT). No cinema, estreou no curta Ciranda, de Gabriela Ribeiro, e fez dois longas de Carlos Reichenbach: Garotas do ABC e Bens Confiscados. Em Bens Confiscados fez também a preparação do jovem protagonista Renan Augusto. A atriz diz que Carlão é "um diretor muito seguro, delicado e talentoso", e define sua personagem, a operária Paula Nelson, como "uma mulher forte, profundamente altruísta, líder entre as meninas tecelãs, que mantém relação de amizade, firmeza e carinho com suas colegas. Dedica a elas sentimento próximo do maternal. É tranqüila e resguardada".

ANTUÉRPIA
VANESSA ALVES (São Paulo/SP - 4 de setembro) - A atriz paulistana iniciou sua carreira na TV Record, no programa infantil Essa Gente Inocente (1975). Foi descoberta para o cinema pelo produtor Antonio Polo Galante e protagonizou o filme A Filha de Emanuelle (1980), de Oswaldo de Oliveira, ainda sob o codinome de Linda Vanessa. Seu segundo longa metragem como protagonista foi O Paraíso Proibido /1981, ao lado de Jonas Bloch, primeiro de uma série de filmes que viria a trabalhar com Carlos Reichenbach. Com o diretor, embora em papéis menores, atuou nos filmes Extremos do Prazer (83) e Filme Demência (85). No ano seguinte, foi uma das quatro protagonistas de Anjos do Arrabalde (melhor filme no Festival de Gramado/87), interpretando a jovem manicure que é estuprada na periferia paulistana. Por seu trabalho visceral, Vanessa ganhou o Kikito de melhor atriz coadjuvante e o Prêmio Governador do Estado de São Paulo/1988, de melhor atriz. No teatro, integrou os elencos de A Feira do Adultério e Oh! Calcutta! (86), Rapunzel (89), Trair e Coçar é Só Começar (94), Laços Eternos (95) e Sete Vidas (96). Na TV, fez Lua de Cetim (Cultura/86), Senti Firmeza (Band), Irmã Catarina (Gazeta/84) e Antonio Alves, Taxista (SBT/86). Em Garotas do ABC, seu quinto trabalho com Carlos Reichenbach, ela interpreta a operária Antuérpia, que define como "uma mulher forte, sensível, simples e batalhadora".

SUZANA ANA
LUCIELE DI CAMARGO (Goiânia/Goiás/25/10/1977) - Estudou na Escola de Teatro Célia Helena, na Faculdade de Artes Cênicas/Anhembi-Morumbi e no Curso de Especialização de Atores, com o diretor Wolf Maya. Atuou nas peças Cuidado, Garoto Apaixonado; Grogue e Beijos, Escolhas e Bolhas de Sabão. Na Globo, integrou (como Dirce) o elenco da novela Mulheres Apaixonadas. Integra o casting da agência Elite e participou de comerciais do Guaraná Antarctica, Nestlé e Sabesp. Sobre a tecelã Suzana, sua personagem em Garotas do ABC - Aurélia Schwarzenega, a atriz comenta: "ela é s imples e humilde, dedicada ao trabalho, tímida e até um pouco ingênua. É capaz de atos extremos, como machucar o próprio corpo, para chamar a atenção do homem que ama (e é seu patrão)".

MARCINHA ZAROLHA
VANESSA GOULART (São Paulo - SP/ 04/09/1975) - Atriz que integra um verdadeiro clã artístico, ela faz parte da quarta geração dos Bruno Goulart. Iniciou-se profissionalmente no teatro, na peça A Cegonha Boa de Bico (1985), que lhe valeu o Prêmio Apetesp de atriz revelação. Atuou, também, em Cais Oeste (1989), Namoro (1990), Auto da Compadecida (1992), Antes de Ir ao Baile (1994) e Sábado, Domingo e Segunda (2003). Sua estréia no cinema se deu em Olhos de Vampa (Walter Rogério/1996). Seguiram-se Dois Córregos (1999) e Garotas do ABC - Aurélia Schwarzenega , ambos de Carlos Reichenbach. Neste filme, Vanessa interpreta a personagem Marcinha Zarolha. "Este papel" - pondera a atriz - "foi mais um presente do Carlão. Tive a oportunidade de trabalhar com humor e me diverti muito. Espero que o público se divirta tanto quanto eu".
Escrito por Carlos Reichenbach às 17h49
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GAROTAS DO ABC - 02

LUCINEIDE
FERNANDA CARVALHO LEITE (Porto Alegre/ RS/ 20/03/1974) - Atriz e bailarina desde 1992. Está em cartaz em Porto Alegre com três peças: O Marido do Dr. Pompeu (Verissimo/ dir. Dilmar Messias), O Concílio do Amor (dir. Nestor Monastério) e Almas Gêmeas (Marta Medeiros/dir. Irene Brietske). No cinema participou dos longas Paixão de Jacobina (Fábio Barreto/2001), Festa de Margarete(Renato Falcão/2003), Garotas do ABC e Bens Confiscados, ambos de Carlos Reichenbach. Atuou nos curtas Vênus (Cássio Tolpolar/2001), Por um Fio(PUC-RS/2001) e no média Bola de Fogo (Martha Biavaschi/1997). Atuou na sérieContos de Inverno, em Aeroplanos (Alex Sernambi) e em Histórias Curtas (em O Caso no Ar, de Ivana Verle/ 2002), ambas na RBS. Apresentou a série Futura Profissão (Canal Futura/1997). Integrou as cias de dança Ânima e Edu ardo Sev erino. Atua, hoje, como coreógrafa e bailarina independente. Estudou no The Lee Strasberg Theatre Institute/Nova York (1998). A atriz situa Lucineide, sua personagem em Garotas do ABC: “ela faz parte do núcleo das operárias do ABC, adora dançar no Clube Democrático, tem um pezinho nas drogas e na prostituição. Apesar de meter-se em brigas freqüentes, é capaz de arriscar a vida pela amizade das garotas”.

NELINHA
MÁRCIA DE OLIVEIRA (São Paulo - 13/03/1978) - Márcia formou-se em Artes Cênicas na Universidade São Judas Tadeu. No teatro atuou em Onde Está o Nino ?, Castelo Rá-tim-bum II, Prâ Que e Porquê ? (direção de Mira Haar), O Rato no Muro, A Lenda dos Jovens Detentos (direção de Débora Dubois), entre outros. Atuou na novela Serras Azuis (direção de Nilton Travesso, para Band) e participou do programa Sandy & Junior (TV Globo). No cinema atuou em Xuxa Requebra (Tizuka Yamasaki/1999) e Bens confiscados (Carlos Reichenbach/2004). Em Garotas do ABC, interpreta Nelinha, menor de idade e afilhada da inspetora da fábrica. Uma ótima garota apesar de mal compreendida por suas colegas de trabalho, com exceção de Aurélia que sempre a apoiou. Tornam-se grandes amigas. "Carlão é excepcional e sua simplicidade é contagiante", diz a atriz. A Nelinha é uma marota, me diverti muito, a gente brincava que ela queria ser a Aurélia quando crescesse". "O racismo" - finaliza Márcia - "tema mascarado no Brasil, precisa ser mais debatido e denunciado. É bom fazer parte deste projeto, me sinto um pouco mais cidadã e um pouco mais negra".

INDALÉRCIA
VIVIANE PORTO (São Paulo/SP/02/01/1980) - Atriz e bailarina clássica, Viviane participou de festivais de dança e ginastradas. Aos 16 anos estreou no teatro, atuando na peça Bichos do Brasil (direção de Betto Andreta, Beto Lima e Hugo Passolo, no grupo Parlapatões). Seguiram-se Trilogia Oréstia (direção de Jussara Morais), O Rinoceronte , Um Bonde Chamado Desejo (direção de Mônica Grando: as duas peças??) e Sacundala de Calidasa (direção de Gabriel Castelani). Na TV, estreou na novela Louca Paixão (Record/1997). Depois fez Amor e Ódio (SBT/1999). Na Globo, seu primeiro trabalho se deu na minissérie A Casa das Sete Mulheres (2003). Em seguida, foi escalada para o elenco da novela Chocolate com Pimenta (2004). Com Garotas do ABC faz sua estréia no longa-metragem, interpretando Indalércia. Viviane define Indalércia como " uma sorridente operária da tecelagem canadense, cheia de vida, que adora dançar e provocar ciúmes em Aurélia ".

KINUYO
LINA AGIFU (São Paulo - SP/07/03/1972)- Iniciou-se em teatro (em 1993) num dos cursos do CPT (Centro de Pesquisa Teatral), de Antunes Filho. Estudou no Indac (Instituto de Arte e Ciência, de São Paulo, que seguia a linha de pesquisa de Antunes Filho,1996). A estréia profissional se deu na peça Pedro, O Cru (direção de Georgete Fadel), vencedor do Prêmio Nascente/USP/1998. Participou, depois, de outras montagens teatrais e fez incursões nas áreas de direção, dramaturgia e dança contemporânea. O primeiro contato com o cinema se deu com Carlos Reichenbach, nas Oficinas Oswald de Andrade. Atuou no curta Puta Solidão, de Eduardo Aguilar, e em Dois Córregos. Sobre sua personagem, Kinuyo, Lina Agifu comenta: "o universo dela se apoia em dois pilares: a amizade com as meninas da fábrica e com a família, que vive em Suzano".

NAIR
KELLY DI BERTOLLI (São Paulo-SP/06/08/1972) - Atriz formada em Artes Cênicas pela ECA-USP, Kelly se define como "uma típica paulistana da Zona Leste, da periferia mesmo". Depois de freqüentar vários cursos e oficinas, a atriz teve no dramaturgo Plínio Marcos (1935-1999) um grande mestre. "Trabalhei com ele no projeto A Vocação. Íamos a escolas e associações, ele fazia palestras e nós - duas atrizes que o acompanhavam - representávamos trechos de peças dele, como A Balada de um Palhaço ". Dois outros nomes são importantes na história da atriz: o diretor Augusto Boal e a coach e professora de teatro, Fátima Toledo. "Com Boal, fiz trabalho ligado ao Teatro do Oprimido, que culminou na montagem de A Exceção e a Regra, de Brecht". Com Fátima Toledo, "atuei na preparação dos atores do filme Tainá II ". Kelly conheceu Reichenbach na USP. "Eu estudava Artes Cênicas e freqüentava, como ouvinte, aulas de Cinema. Atuei em vários curtas de alunos dele. No teatro, Kelly trabalhou com o grupo A Fábrica. No monólogo Valsa No. 6, interpretou nove personagens. No final de sua graduação na ECA, preparou a pesquisa "A Partitura do Ator". Sobre Nair, sua personagem em Garotas do ABC, ela comenta: "ela é tecelã, tem sua máquina e, à noite, se prostitui. Esta foi uma realidade com a qual convivemos no ABC. Nair é brigona, quebra uma cadeira numa confusão no Clube Democrático ABC, mas defende as colegas operárias. É religiosa e, ao jeito dela, muito solidária".
Escrito por Carlos Reichenbach às 17h46
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Os novos rostos de BENS CONFISCADOS




Foto 1 e 2: a atriz paulista MÁRCIA DE OLIVEIRA (a Nelinha de "Garotas do ABC" e uma das protagonistas - uma técnica de cinema que se converte ao islamismo - do futuro longa-metragem de Reichenbach, "Oriente").
Foto 3: a atriz gaúcha FERNANDA CARVALHO LEITE (a Lucineide de "Garotas do ABC" e protagonista do próximo filme da série: "Lucineide Falsa Loura").
Foto 4: a atriz gaúcha SISSI VENTURIN.
Escrito por Carlos Reichenbach às 23h09
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O TALENTO DE DUSSEK
- Hoje, quinta-feira 11 de março, passei o dia inteiro com Eduardo Dussek num dos estúdios da Álamo, num dos trabalhos mais aborrecidos da realização de um filme: a dublagem das cenas que tiveram problemas com o som direto. Para Dussek foi uma experiência inédita e atordoante; para mim, foi mais um suplício anunciado. O que tornou o dia saboroso e útil foi o humor incansável, o alto astral e o talento de Eduardo Dussek, um dos artistas mais originais do país.
- Dussek está construindo - aos poucos - o seu site, cujo endereço fiz questão de incluir nos amigos do Blog.
http://www.dussek.com.br/
As músicas de EDUARDO DUSSEK no LimeWire
As músicas em MP3 de Eduardo Dussek que podem ser "capturadas" pelo LIMEWIRE são: AVENTURA / DOMÉSTICA / ALÔ ALÔ BRASIL / ROCK DA CACHORRA / BARRADOS NO BAILE / CANTANDO NO BANHEIRO / NOSTRADAMUS / CABELOS NEGROS / COBRA VENENOSA /
A versão basic do LimeWire (a melhor alternativa atual para a Napster e o Kazaa) pode ser baixada gratuitamente pelo seguinte endereço: http://www.limewire.com/english/content/download.shtml
- Abaixo, foto de cena do filme inédito BENS CONFISCADOS, de Ana Luz: Eduardo Dussek, Marina Person, Fernanda Carvalho Leite e Flávia Réa (a mulher que seduziu Emir Kusturica).

Escrito por Carlos Reichenbach às 20h47
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RESPOSTA A UMA DECEPCIONADA
- para entender a resposta é preciso ler os comentários do capítulo VESTAIS DO BLOG -
Decepcionada,
que saco.... a esta altura do campeonato ter que ler proselitismo proto-feminista é de matar cachorro à grito... Quer saber? Quando resolvi colocar mulheres deslumbrantes neste Blog tão caseiro (onde eu boto fotos da minha família) foi com o mesmo ímpeto inconformista com que faço os meus filmes. A diferença é que eu não consigo enxergar a nudez (e o corpo humano) como ofensa ou torpeza; muito ao contrário. Quem conhece os meus filmes sabe que o desejo sempre fez parte integrante da minha dramaturgia. Não estou minimamente interessado em parecer politicamente correto, mas fiz em GAROTAS DO ABC, um filme absolutamente apaixonado pelas mulheres proletárias. Sou anarquista e reichniano desde a adolescência e quem me conhece sabe disso. Mulheres independentes, proletárias - e sem nenhum traço de insegurança - me estimulam novos filmes, novos roteiros, novos relatos e - SIM - me dão muita tesão.
E, para finalizar, se alguém enxergar perversão na nudez da abertura de GAROTAS DO ABC é porque anda muito doente da cabeça.
CARLOS REICHENBACH

Escrito por Carlos Reichenbach às 04h17
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ONTEM, HOJE E AMANHÃ
HOJE - Foto da família Reichenbach (Luís, Leonel, Lygia, Carlos e Eleonora) tirada no dia 06 de março de 2004, durante os festejos dos vinte e nove anos de casado do Comodoro Bomber com a rábula Lygia Lei.
ONTEM - Foto de Carlos Shintomi da família Bomber tirada em 1983, durante as filmagens de "EXTREMOS DO PRAZER". Como se pode deduzir pela imagem: "família que filma unida, permanece idem". Ou não?
CONCLUSÃO - O reduto corsário tem, às vezes, o seu surto de Blog conservador.....


Escrito por Carlos Reichenbach às 00h32
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REDESCOBRINDO O GÊNIO
- O filme GAROTAS DO ABC, ao retratar o universo da jovem mulher negra e operária, homenageia o papa da música soul, o ídolo precocemente desaparecido: SAM RAY.
- Tão deflagrador quanto Otis Redding, Marvin Gaye, Wilson Pickett, B.B.King e The Four Tops, Sam Ray reciclou os timbres dos orgãos Hammond (tão em voga na década de 60), criando um estilo ímpar dentro da soul music.
- GAROTAS DO ABC, o filme, recupera "a alma da nação soul" graças aos arranjos de Nelson Ayres e Marcos Levy. Eles fizeram com Sam Ray o mesmo que George Martin fez com John Lennon em "FREE AS A BIRD".
- É ver para crer!!!
- Em junho, nos cinemas brasileiros.

Escrito por Carlos Reichenbach às 02h47
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