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REDUTO DO COMODORO - o Blog de CARLOS REICHENBACH - comodoro@olhoslivres.com |
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Sessão do Comodoro
COMODORO - SESSÃO DE AGOSTO 2007

A Sessão do Comodoro, dia 01 de agosto, vai exibir dois filmes excepcionais, que foram produzidos de forma quase experimental: "Rito de Amor e de Morte", de Yukio Mishima, e "Demência", de John Parker. A duração do programa duplo é de 87 minutos. "Rito de Amor e de Morte" foi o único filme (um média-metragem) dirigido pelo escritor Yukio Mishima e até pouco tempo era dado como perdido. Diz a lenda que as únicas cópias e os originais do filme foram mantidos escondidos por sua viúva e foram encontrados no porão de sua casa, por mero acaso, após a sua morte. "Demência" deveria ter sido a estréia promissora de John Parker, um diretor ultra talentoso, mas acabou se tornando uma espécie de "Limite" americano. "Demência" foi produzido de maneira cooperativada, usando as sucatas de cenários de "A Marca da Maldade", de Orson Welles. Por questões de economia, Parker escreveu uma história que dispensava o uso de diálogos ao narrar o estado mental de uma mulher traumatizada. Depois de um fracassado lançamento comercial o filme foi relançado com título trocado e com a introdução de um narrador para "explicar" o inexplicável. A revista Variety definiu "Demência" como "o mais estranho filme já mostrado nos cinemas". O grande diretor Preston Sturges, que era fã de Parker, assim empressou sua admiração: "A work of art. It stirred my blood and purged my libido". As sessões começam às 21.30, no CineSesc, e as senhas gratúitas estarão disponiveis a partir das 21.00 horas na bilheteria do cinema.

RITO DE AMOR E DE MORTE Yûkoku (1966) de Yukio Mishima Japão - 30 minutos roteiro, produção, cenários e direção: Yukio Mishima co-diretor: Domoto Masaki fotografia: Kimio Watanabe música: Richard Wagner (Tristão e Isolda) elenco: Yukio Mishima (Shinji Takeyama) Yoshiko Tsuruoka (Reiko)

DEMÊNCIA Dementia - subtítulo comercial "Daughter of Horror" (1955) de John Parker Estados Unidos - 56 minutos Escrito, produzido e dirigido por John Parker Música Original - George Antheil Fotografia: William C. Thompson Montagem: Joseph Gluck Elenco Adrienne Barrett, Bruno VeSota, Gayne Sullivan, Ed Hinkle e Lucille Howland. Introdução: Para atender as exigências de seus co-produtores, no relançamento comercial do filme, John Parker introduziu um narrador que convida os espectadores a explorarem os horrores de uma mente insana.
CRÍTICAS E COMENTÁRIOS Sobre RITO DE AMOR E MORTE: http://www.midnighteye.com/reviews/yukoku.shtml Sobre DEMENTIA http://www.sover.net/~ozus/dementia.htm http://goatdog.com/moviePage.php?movieID=413 http://www.dvdtalk.com/dvdsavant/s149dementia.html
Escrito por Carlos Reichenbach às 10h56
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MUDANÇA DE ENDEREÇO
O REDUTO MUDOU DE
ENDEREÇO EM 2005
http://redutodocomodoro.zip.net/
Escrito por Carlos Reichenbach às 13h58
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A NOITE PÂNICA EM FOTOS
Colunismo Social
VIVA LA VIDA
fotos - VÉBIS JUNIOR
* Raimunda Valladares foi despedida!

Cintia Cristina (da revista MJNDO ESTRANHO) e o Comodoro. Dennison Ramalho mostra o roteiro de seu futuro longa metragem, "A Vida Encantada de São Cipriano". Fabio Diaz Camarneiro e Simone Yunes. Marcelo Lyra compareceu - pela primeira vez (aleluia) - na Sessão Dupla do Comodoro.

Fran Mosquera, Marina e Claudio Villa (da Rádio 89).

Eduardo Aguilar com a mão na "massa", digo, "musa" do Reduto (Flávia Réa). Sr. e sra. Carlos Eduardo Nogueira e Ruggero Ruschioni. Consecutivamente: Marcelo C. e Marcelo V. - MONDO PAURA X CINEMA CUSPIDO E ESCARRADO. Marcelo V. é o que aparece visivelmente emocionado com a imagens de VIVA LA MUERTE.

As vestais da 19, em peso (peso pena) na Sessão Pânica: Verinha Haddad, Cristina Amaral e Gabi Ribeiro.

Verinha Haddad (que está mudando para Paris de mala e cuia - mal chegou de Los Baños), Andréa Tonacci e o editor do Blog, aguardam o início de FANDO Y LIS.

Fim do Pânico no Habbibs 24 horas.

Christina Linberg não foi na Sessão do Comodoro (uma pena!) e nem trabalhou com Arrabal ou Jodorowski. Ela está aí para matarmos a saudade de sua performance em THRILLER, A CRUEL PICTURE.
Escrito por Carlos Reichenbach às 01h48
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JORNALISMO BRASILEIRO DE LUTO
FALECEU NEWTON RODRIGUES
Newton Rodrigues nasceu no Rio de Janeiro em 15 de setembro de 1919, de uma família de origem maranhense. Formou-se em História, mas desde cedo exerceu a atividade jornalística como comentarista político. Foi membro do Partido Comunista, do qual se desligou em 1956 depois da invasão da Hungria pela União Soviética, e do relatório Khrushev no XX Congresso denunciando os crimes stalinistas. Foi diretor da revista Senhor (a original), redator chefe do Correio da Manhã na primeira metade da década de 60, editorialista da Folha de São Paulo durante 11 anos, e também de O Estado de São Paulo, Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil - onde escreveu até meados do ano passado. Destacou-se pelo combate ao regime militar e à luta pelos direitos civis. Faleceu ontem dia 3 de fevereiro, de falência múltipla dos orgãos. Deixa viúva Lygia Freire (irmã da falecida atriz Gracinda Freire) e quatro filhos, João Carlos Rodrigues e Márcia de Almeida (jornalistas), Antonio José (programador da Cinemateca de Portugal) e Mônica (juíza do Trabalho).
Escrito por Carlos Reichenbach às 14h23
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SESSÃO DUPLA DO COMODORO DE FEVEREIRO DE 2005 - I
A NOITE PÂNICA
SESSÃO DUPLA DO COMODORO
02 de fevereiro de 2005
A Sessão Dupla do Comodoro, de fevereiro, será inteiramente dedicada ao movimento "Pânico", de Fernando Arrabal, Roland Topor e Alejandro Jodorowsky. Esta é uma rara oportunidade de conhecer os dois filmes que deram visibilidade mundial a uma das manifestações culturais mais expressivas e radicais do nosso tempo.
Serão exibidos: "Viva La Muerte", de Fernando Arrabal e "Fando e Lys", de Alejandro Jodorowsky.
As sessões começam às 21.30, no CineSesc, e as senhas gratúitas estarão à disposição à partir das 21.00 horas na bilheteria do cinema.
VIVA LA MUERTE (1970)

França / Tunísia - 87 minutos - colorido
- em francês com legendas em inglês -
Direção: Fernando Arrabal
Roteiro: Fernando Arrabal e Claudine Lagrive (baseado na autobiografia de Arrabal, "Baal Babilônia")
Produtores: Hassen Daldoul e Jean Velter
Música Original: Jean-Yves Bosseur
Fotografia: Jean-Marc Ripert
Montagem: Laurence Leininger
Elenco: Núria Espert, Mahdi Chaouch, Anoek Ferjac, Ivan Henriques
Sinopse
Em uma cidade espanhola, uma família composta da avó, a mãe e uma tia, o garoto Fando, durante a guerra civil, assiste o pai republicano ser preso e condenado à morte e, posteriormente, à prisão perpétua. Fando descobre que a própria mãe havia denunciado o pai e, aos poucos, inicia o calvário de se libertar de seu amor excessivo, edipiano, pela mãe e do universo matriarcal e reacionário da própria casa e país.

Informações
Filme de estréia do dramaturgo Fernando Arrabal, inspirado em sua autobiografia "Baal Babilônia". Arrabal traz para o cinema a essência do "Movimento Pânico", que ele fundou com Roland Topor e Alejandro Jodorowsky. O "Pânico" propunha uma arte construída de desespero, dor, esperma, fezes e sangue. As imagens de "Viva La Muerte" foram assumidamente inspiradas em Jerome Bosch, Valdes Leal e Bruegel. Arrabal fez questão de subverter as cores do filme, através do uso do negativo 35 mm e do posterior processamento em vídeo (numa ousada experimentação técnica pré-digital pioneira) várias vezes, o que dá ao filme uma aura de vanguardismo raro muito além das influências surrealistas (Arrabal viveu três anos uma intensa experiência de vida com André Breton, Magritte, Buñuel e, sobretudo, Salvador Dali). O título "Viva La Muerte" é uma atrevida resposta ao filósofo Miguel Unamuno. Os letreiros de apresentação são sobrepostos às pinturas oníricas e fesceninas de Roland Topor (o autor de "O Inquilino", livro que inspirou o melhor filme de Roman Polanski). Moravia, Duchamp, Mandiargues e Mauriac foram alguns dos maiores entusiastas de "Viva La Muerte".

Opiniões
"L'avere stabilito un rapporto dialettico tra i mostri dell'inconscio e la vita morale mi pare uno dei meriti principali di questo film eccezionale." - Alberto Moravia
"The film is full of frenzy. It was created by someone with a furious imagination. The bull slaughter scene is a masterful surrealist sequence. It is a remarkable film and essential viewing for anyone interested in surrealism." (Chaotic Cinema)
"The film, almost as bloody and revolting as war and betrayal, is the testament of one of those children. In a bleak land inured to poverty and despair, Fando encounters cruelty everywhere. The schoolboys cut up insects, the bigger boys beat him for being the son of a Red, his sexually attractive Aunt Klara begs him to flagellate her, his grand-mother taunts him for his fear of the dark...The squeamish walked out when it was shown at the film festival in 1971. But for those of us who have never directly felt the brutality of war, the obscenity of Arrabal's images was a revelation of nightmares we have been spared." (Judy Stone, SF Chronicle)
"Viva la Muerte is a paroxysm of anguish, a scream for liberty and probably one of the most ferocious, violent films ever made. Reminiscent of Bunuel and Kozinsky, it mingles, in hallucinatory images, the realities and nightmares or a 12 year-old boy growing into manhood at the moment of Franco's victory. Every few minutes it veers from uncertain realism into the boy's imagination, beset by monstrous tortures, violence, death, and a primitive sadism that engulfs the spectator precisely because it does not impose upon, but merely activates his own atavistic, subconscious fears and desires." (Amos Vogel)
Escrito por Carlos Reichenbach às 15h04
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SESSÃO DUPLA DO COMODORO DE FEVEREIRO DE 2005 - II
FANDO Y LIS (1967)

México - 96 minutos - branco e preto
- em espanhol com legendas em inglês -
diretor: Alejandro Jodorowsky
roteiro: Fernando Arrabal e Alejandro Jodorowsky, adaptação de uma obra para teatro de Fernando Arrabal
produtores: Juan López Moctezuma, Roberto Viskin, Moshe e Samuel Rosemberg
música original: Mario Lozua, Hector Morely e Pepe Ávila
fotografia: Rafael Corkidi e Antonio Reynoso
montagem: Fernando Suarez
elenco: Sergio Kleiner, Diana Mariscal, María Teresa Rivas, Tamara Garina, Juan José Arreola
Sinopse
Um jovem de vinte anos e sua amiga paralítica viajam por um cidade chamada Tar. Desarraigados, infantis e abandonados em seus impulsos e desejos, Fando e Lis trafegam em um mundo de desesperada e impossível comunicação.
Informações
Alejandro Jodorowsky nasceu em Iquique, Chile, em 7 de fevereiro de 1929. Em 1942 mudou-se para Santiago onde começou a freqüentar a universidade e trabalhar como palhaço em um circo. Fundou um teatro de marionetes e, assim, iniciou sua carreira de ator, diretor, cenógrafo e escritor.
Em 1955 vai para Paris onde estudou Marcel Marceau. Neste período dirige Maurice Chevalier e realiza um filme de curta metragem considerado perdido, "As Cabeças Invertidas", baseado em texto de RThoman Mann. Ainda em Paris faz amizade com Roland Topor e Fernando Arrabal, com os quais o movimento "Pânico", de nítida influência surrealista.
Nos anos 60 vive entre Paris e México onde encena textos fundamentais de Ionesco, Arrabal, Beckett, Shakespeare e Nietzsche. Em 1967 cria a sua própria casa de produção, a Produciones Panicas, e dirige seu primeiro e verdadeiro filme, "Fando Y Lis", uma história de amor surreal adaptada de uma peça de teatro de Fernando Arrabal.
Em 1971 filma EL TOPO, um faroeste metafísico. que viria a se tornar um verdadeiro cult por todos os festivais internacionais em que foi exibido. Em 1973 realziou A MONTANHA SACRADA, sobre a busca alquímica da imortalidade e da verdade. De volta à França em 1975, Jodorowsky inicia um empreendimento monumental: a adaptação cinematográfica de "DUNA", a já clássica obra de Frank Herbert, para qual convocou como parceiros alguns dos maiores mestres do fantástico: Jean "Moebius" Giraud, HR Giger, Chris Foss e Dan O'Bannon. Para o elenco milionário Jodorowsky sonhou com Salvador Dalì (num participação especial como o Imperador Padiscià), Gloria Swanson, Orson Welles, Charlotte Rampling, David Carradine, e seu filho Brontis como Paul Atreides. A trilha sonora deveria ser de Pink Floyd. O filme deveria ter 16 horas para poder "mostrar o processo e iluminação de um herói, de um povo e de todo um planeta ..." . Jodorowsky se baseou em Tarocchi para desenhar todo o storyboard do filme com Moebius e chegou a iniciar a pré-produção. Os produtores americanos se retiraram do projeto quando perceberam o "tamanho da encrenca" e o filme se transformou no "mais aguardado filme nunca realizado". David Lynch acabou filmando "DUNA" em 1984, mas anos luz aquém da megalomaníaca empreitada de Jodorowski embora, mesmo assim, o filme tenha custado uma fortuna.
Em 1979, Jodorowsky dirige TUSK, que conta a história de um elefante indiano. Nesse meio tempo, graças a Moebius, Jodorowsky entra no mundo dos quadrinhos. Os dois realizam "Les yeux du chat" em 1978; depois a saga mistica de L'Incal, de 1980 a 1988, uma obra-prima do gênero, baseados no vasto material de DUNA.
Volta ao cinema em 1989 com SANTA SANGRE, filmado no México, produzido por Dario Argento, e interpretado pelo seus filhos Adel e Axel. Em 1990 realiza THE RAINBOW THIEF, com Peter O'Toole, Omar Sharif e Christopher Lee, uma fantasia que surpreendeu (e decepcionou) a maior parte de seus fãs. Neste filme Jodorowsky coloca em cena a sua paixão pelas cartas adivinhatórias, o Tarot (para a qual chegou a inventar um baralho próprio e com o qual faz periodicamente leituras particulares - embora semi-públicas - muito procuradas).
À partir da metade dos anos 90 retorna aos quadrinhos onde é atualmente uma das personalidades mais prestigiadas.

Opiniões
"Fando & Lis is pure surrealism. The best way to describe it is as a cross between Luis Bunuel and John Waters. In fact, it owes a good deal to Bunuel and Salvador Dali's surrealist classic Un Chien Andalou (1928)." - Jeffrey M. Anderson
"Fando y Lis opens with a woman eating a flower, which makes crunching noises. Excited yet? But before you dismiss the film as indulgent trash-art (which it certainly is), keep in mind that it comes courtesy of Alejandro Jodorowsky, one of precious few writer / directors who can make heady symbolic-surrealism work. That is, if you're willing to surrender yourself to the mondo absurdity of it all: an ounce of ironic detachment would deflate the whole thing, but then again, post-modernites aren't deserving of Jodorowsky's work, anyway. See, the real joy of the Chilean surrealist, as well as Luis Bunuel and (to a degree) David Lynch, lies in how much transcendent emotion he can wrest out of such seemingly incomprehensible imagery: his work strikes a subconscious chord that functions almost entirely on an implicit, dream-logic level, and the result is often unpleasantly affecting, despite (or because of) its bewildering qualities. Still, if you're one of those who consider weirdness a bad quality, don't bother." - Chris Coleman
"... Such as when Fando is whipped by a bikinied torturess and eyed by some horny transvestites, or encounters vampires drinking snifters of blood (as an additional note, Jodorowsky said that all on-screen blood was real). And what other director would keep a straight face while live pigs are being pulled from Lis' vagina? (Yeah, you read that correctly.) Or when supporting characters crawl into their own graves to perish, politely thanking the grave digger as he covers 'em up? But if Jodorowsky wanted the title characters to be enchanting kids, fouled by society's ills, he failed. Because though his vision is charmingly morbid and scattered with unintentional laughs, the leads are dead weight. Along the way, I realized I didn't care about either of 'em or their heavyhanded quest. It's dense going for Jodorowsky amateurs, yet a field day for fans of murky, symbolic baloney." - Steve Puchalski
Escrito por Carlos Reichenbach às 14h48
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Novidades no Front
CURSO DO CRÍTICO INÁCIO ARAÚJO
Cinema - História e Linguagem Inscrições abertas para o 7º curso do crítico Inácio Araújo Com início em 14 de fevereiro, o curso oferece uma visão organizada dos 108 anos de arte cinematográfica Estão abertas as inscrições para o 7º curso Cinema - História e Linguagem, ministrado por Inácio Araujo, crítico de cinema da Folha de São Paulo, que terá início no próximo dia 14 de fevereiro. Em 2005, o curso, que tem duração prevista de 40 semanas, terá turmas: às segundas-feiras, com aulas de 19h30 às 23hs. e às terças-feiras, de 9h30 às 13hs.. Cinema - História e Linguagem busca oferecer uma visão organizada dos 108 anos de arte cinematográfica, a maneira como se forma a linguagem, como se criam e evoluem os gêneros, os diálogos que se desenvolvem entre os cineastas do presente e do passado. No primeiro semestre, o curso aborda o cinema desde o seu surgimento, no fim do século 19, até a era clássica, passando pela formação da linguagem cinematográfica, tal como a conhecemos hoje. O segundo semestre é dedicado às mudanças por que passa o cinema moderno, desde Orson Welles e o neo-realismo, passando pelas revoluções dos anos 60 (Nouvelle Vague, Cinema Novo), chegando às propostas dos cineastas contemporâneos mais originais, como David Cronenberg e David Lynch, entre outros. Como complemento, o curso trará profissionais das áreas de direção e montagem, para dialogar a respeito de suas experiências. As inscrições podem ser feitas no local: Rua Aureliano Coutinho, 278, Conj. 32, Higienópolis, ou pelo telefone (11) 3825.8141. O preço do curso é de R$ 185,00 mensais. São 70 vagas (35 para cada período). Além de crítico de cinema do jornal Folha de S. Paulo, Inácio Araujo é autor dos livros Hitchcock - O Mestre do Medo (ed. Brasiliense) e Cinema - O Mundo em Movimento (ed. Scipione), "Casa de Meninas" (ed. Imprensa Oficial), etc. Também participou, como roteirista ("Amor, Palavra Prostita", "Filme Demência", "O Fotógrafo", etc) e montador ( ("Lilian M., Relatório Confidencial", "Aleluia, Gretchen", "A Última Bala", "Jeca Macumbeiro", etc) de vários filmes de longa e curta metragem. Informações complementares podem ser obtidas no site:
www.mnemocine.com.br/inacioaraujo

A QUEM ESTIVER EM PORTO ALEGRE DURANTE O FÓRUM SOCIAL MUNDIAL Não deixe de assistir e participar da mostra e mesa redonda em comemoração aos 20 anos do Fonds Sud Cinèma, uma promoção da Embaixada da França no Brasil e Cine Santander Cultural. A Mostra AO SUL DO CINEMA acontecerá no Cine Santander Cultural de 25 de janeiro à 3 de fevereiro. Os filmes são ótimos e a mesa redonda "20 anos do Fonds Sud Cinéma: como defender a diversidade cultural no mundo?", será no dia 27 de janeiro, quinta-feira, às 17h - na sala Multiuso do Santander Cultural. Para participar da mesa redonda a Embaixada da França no Brasil está trazendo a Porto Alegre 4 realizadores representando a América Latina, Ásia, África e Mundo Árabe (Lúcia Murat, Rithy Pahn, Nabil Ayouch e Bassek ba Khobio respectivamente). http://www.santandercultural.com.br/programacao/cinema.asp

Escrito por Carlos Reichenbach às 21h58
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BLOGS, CLIPPINGS e SHOWS GRATÚITOS
CINEFILIA IMPLANTA SISTEMA INOVADOR DE INDICAÇÕES DE FILMES
O site Cinefilia implantou um serviço pioneiro no Brasil: um sistema de recomendação de filmes, desenvolvido pelo webmaster Leandro Neumann. O leitor se cadastra e atribui uma nota para cada filme que já assistiu dentro de uma listagem oferecida pelo Cinefilia. Depois o site compara a avaliação com a de outros usuários na tentativa de encontrar pessoas com gostos semelhantes. Feito isso, o sistema passará a recomendar filmes ao leitor baseado na opinião desses usuários. São recomendações personalizadas, que vão ajudar a quem quiser uma indicação de filmes e certa garantia de que vai gostar. www.canalcinefilia.com.br
NOITE DOS QUEPES CONFORME PLANO A PLANO
O site Plano a Plano fez uma ampla matéria, assinada por Bruno Amato, sobre e entrega dos QUEPES DO COMODORO.
http://www.planoaplano.kit.net/suplemento/quepe2004.htm
PARA SABER MAIS SOBRE CINEMA E OUTRAS ARTES Quem quiser se inscrever no ótimo clipping de cinema e outras artes, COLUNAS & NOTAS, editado pelo Marcelo Pestana e pelo Carlos Cirne deve enviar um e-mail para: mar.ca@uol.com.br solicitando a sua inclusão no mailing. A adesão é gratúita. No clipping, matérias exclusivas de Rubens Ewald Filho e outros críticos de cinema veteranos como Carlos Maximiliano Motta e Alfredo Sterheim.

DIRETO DO ALMANAQUE
Notas do ALMANAQUE, da jornalista Maria do Rosário Caetano. 1. Eventos musicais na Mauro Discos, do crítico de música do jornal Estado de São Paulo, Mauro Dias, que foi recém inaugurada no Shopping Pompéia (aquele antigo "caveira de burro", ao lado do Sesc Pompéia, onde comércio nunhum dava certo e que agora com a Mauro Discos e o cine-teatro Lilian Lemmertz está se transformando no novo "point" cultural de Sampa). Na segunda, dia 24, às 20 horas, roda de samba com Délcio Carvalho, mais conhecido pelas parcerias com Dona Ivone Lara (Sonho Meu, por exemplo), um grande compositor, poeta e cantor, considerado no meio o mais legítimo herdeiro de Cartola. Ele estará autografando seu último disco, “A Lua e o Conhaque” (o título vem de uma parceria com Aldir Blanc). Na quarta-feira, dia 26, a cantora paulista Márcia Tauil apresenta o repertório de seu disco mais recente, todo de parcerias de Eduardo Gudin e Costa Neto. Começa, também, às 20 horas. O endereço da Mauro Discos é Rua Clélia, 33, loja 38, no Shopping Pompéia Nobre, Água Branca, CEP 05042-000. O telefone: (11) 3803-9106. http://www.maurodiscos.com.br/
 2. GUIA UNICARD BRASIL – Confiram o Guia Unicard (aquele que está exposto no Arteplex e no Unibanco). É um belo guia sobre as belezas, natureza e cultura brasileiras. Tem cidades históricas de MG, cinema brasileiro, artesanato (como o Véio e a Véia, de Tiradentes: página 223 ---- indo ao Festival, não deixem de trazer seu parzinho!!!), jabuticaba, etc, etc. Entre os autores do Guia estão Zuenir Ventura, Sebastião Salgado, Marcos Sá Corrêa, Niède Guidon (aquela do Parque da pré-história, no Piauí), Nelson Motta, etc, etc.
Escrito por Carlos Reichenbach às 18h08
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Sobre blogs, encontros e fotologs
O OLHAR DE QUEM CONHECE A CIDADE No dia 20, quinta-feira, vai ser inaugurada a exposição "FOTÓGRAFO, PROFISSÃO COBRADOR", no Sesc Ipiranga (rua Bom Pastor, 822 - São Paulo). Para quem ainda não o conhece, Toninho é um cobrador de ônibus que, munido de uma câmera fotográfica digital, vem já há algum tempo fotografando a cidade de São Paulo. Ele já foi motivo de matéria do programa "Metrópole", da TV Cultura, e o Sesc Ipiranga vai mostrar o melhor deste "inventário pessoal". Toninho tem também um fotolog chamado Fotos de São Paulo, que pode (e deve) ser visitado a qualquer momento.
 http://fotolog.terra.com.br/toninho A exposição vai permanecer aberta durante um ou dois meses, conforme a visitação de interessados.
UM BLOG RESSUSCITADO André Leones, estimulado pela Noite dos Quepes, resolveu reativar o seu blog, COISAS QUE A GENTE VÊ NO ESCURO. É impossível ficar indiferente a um blog onde o editor confessa em alto e bom tom: "Na verdade, como espectador e (ex-) realizador, acho que aprendi mais com filmes ruins..." http://www.coisasqueagentevenoescuro.blogspot.com

A NOVA CARA DO 7ARTE O potiguar Marcos A. Felipe resolveu assumir definitivamente o nome Sétima Arte. Sempre tive a impressão de que fosse proposital ele ter nomeado o blog de "7Arte"; quando eu li, na entrega dos quepes, o nome "sete arte", ouvi algumas risadas na platéia. De cara nova (ótima, por sinal) o blog está sendo constantemente atualizado. http://7arte.zip.net/

ENCONTRO BLOGUEIRO

Aí está, a prova dos nove. Se alguém ainda duvida que os blogs sejam capazes de juntar identidades (irmãos de universo) a fotografia do encontro de DIÁRIO DE UM CINÉFIULO com SÉTIMA ARTE, leia-se Aílton Monteiro (de Fortaleza) com Marcos A. Felipe (Natal), diz tudo. No relato dos respectivos endereços eletrônicos, a constatação de que "distâncias são apenas questões do espírito".
Escrito por Carlos Reichenbach às 01h01
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A NOITE DOS QUEPES - PARTE 7
AÍLTON MONTEIRO RECEBE O QUEPE EM SÃO MIGUEL DO GOSTOSO
fotos de RODRIGO MAGOO

Foi nos jardins da Pousada dos Ponteiros, na cidade potiguar de São Miguel do Gostoso, que Eugênio Puppo entregou o troféu Quepe do Comodoro para Aílton Monteiro, editor do Melhor Blog de Cinema de 2004 (pelo júri oficial), DIÁRIO DE UM CINÉFILO. Tudo com direito a ritual, discursos e relato ao premiado de como foi a premiação no CineSesc, em São Paulo. Angela Barbarulo, nomeada apresentadora oficial da ocasião, substituiu Vanessa Goulart.


Escrito por Carlos Reichenbach às 03h29
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NÃO DEIXE DE LER
AFINAL, QUEM ENTRA COM A BUNDA ?
É preciso ler, com urgência, o texto de Roberto M. Moura publicado hoje (15/01/2005) no suplemento "Idéias", do Jornal do Brasil.
http://jbonline.terra.com.br/
Em texto nominado: "O desdém elitista do embaixador" (artigo do ex-ministro da Cultura Sergio Paulo Rouanet na virada do ano é quase uma repulsa ao que é nacional ), Moura analisa detalhadamente o assustador artigo do diplomata Sergio Paulo Rouanet, ex-ministro da Cultura no governo Collor, publicado na revista Veja, à respeito dos efeitos "nefastos" da antiglobalização.
O texto de Moura teve seu título e última frase censurados pelo JB. O título deveria ter sido "A globalização e a bunda" e frase final:
O que me lembra a mais contundente, mas verdadeira e genial, definição de globalização que se conhece: "globalização é uma suruba em que a gente só entra com a bunda".
Seguem alguns trechos da análise de Moura:
Em que mundo vive o embaixador para confrontar com tanta segurança as advertências de pensadores como Bourdieu e Canclini, sempre preocupados com os efeitos da devastação das culturas regionais por um modelo econômico, midiático e cultural perverso e unicista? Aliás, perverso e unicista com relação à mídia, à cultura de massa, à gastronomia, aos esportes e a praticamente todas as formas de lazer do homem moderno.
Encastelado em algum gabinete europeu, aonde o mal-estar da modernidade não chegou, Rouanet deplora com razão as carências do sistema educacional brasileiro - mas supõe que, já que é assim, não há razões ''para se fomentar uma aversão injustificada ao que vem de fora''. Ora, uma coisa é defender a diversidade cultural, a identidade nacional, a adoção de medidas de preservação da cultura regional (que ele jamais tomou, enquanto ministro), outra coisa, completamente diferente, é desviar-se para a xenofobia e o fundamentalismo...
... Da Folha à Veja essa indiferença encrespa-se. Transforma-se quase em repulsa ao que é nacional. Vejamos: ''o nacionalismo cultural, uma das idéias mais perigosas que já afligiram o planeta, está ressurgindo em toda parte como reação ao processo de globalização (...) Essa idéia está renascendo na Europa diante da penetração crescente da cultura americana''. Ora, seria preferível, então, que nos curvássemos ao Big Mac, adorando o Homem-Aranha e afogando as pizzas em catchup? OK.
...
Lamentável num sujeito que já foi ministro da Cultura tanto elitismo e universalismo oportunista. Primeiro, porque estabelece linhas demarcatórias claras entre o que é ''cultura'' e o que é ''popular'' - e, no pensamento dele, parece que uma coisa nunca se confunde com a outra. É de chorar, pelo desconhecimento abissal das manifestações que formam o Brasil profundo, aquele Brasil do nacionalismo regionalista de Gilberto Freyre (outro contra quem ele assaca), Brasil de Mário de Andrade, Darcy Ribeiro e Pixinguinha, de Di Cavalcanti e Caymmi, de Tom Jobim e Cartola. Brasil de João Gilberto, aplaudido agora por 45 minutos consecutivos em temporada no Japão.
...
A cultura brasileira, diz ele, só poderá subsistir e se impor internacionalmente mediante a abertura para o mundo. Para mantermos nossa identidade cultural, temos de avançar e não nos entrincheirar atrás de barricadas. Simpático e moderno, não? Mas, pensemos economicamente: por trás da nossa música, está o fabricante do instrumento brasileiro, está o músico brasileiro; por trás do nosso futebol, está todo o comércio e toda a indústria que floresce em torno dele - e que não fabrica, por exemplo, tacos de golfe ou de beisebol, bolas ovais nem carros de corrida; por trás da nossa comida, estão os nossos temperos, os nossos agricultores, colonos e comerciantes.
Escrito por Carlos Reichenbach às 14h49
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Festival Internacional de Cinema na Internet
FLUXUS ABRE INSCRIÇÃO PARA EDIÇÃO 2005
FLUXUS comemora 5 anos com novo site e abrindo inscrições para a edição 2005. - festival internacional de cinema na internet recebe inscrições até o dia 23.02 em
www.fluxusonline.com

O Fluxus – Festival Internacional de Cinema na Internet, evento que reúne no site www.fluxusonline.com cinema, vídeo, digital, net-arte e trabalhos interativos, comemora em 2005 sua quinta edição. Para marcar a data, o festival pioneiro na internet inaugura um novo site onde é possível acessar aos 191 trabalhos que participaram do evento, em todas as suas edições. O Fluxus é o único festival no mundo que mantém acessível permanentemente on-line o acervo de trabalhos que fizeram parte de suas mostras competitivas e informativas. O Fluxus recebe inscrições até o dia 23 de fevereiro para a sua edição 2005. Serão aceitos trabalhos audiovisuais produzidos em qualquer formato (vídeo, filme, dv, flash) com duração de até 15 minutos, produzidos entre 2003 e 2005, e de qualquer gênero (ficção, documentários, experimentais e animações). O festival também recebe inscrições de trabalhos produzidos especialmente para a internet - web-arte, mídia-arte, trabalhos interativos. As inscrições e o regulamento completo estão disponíveis no site www.fluxusonline.com. AS NOVIDADES DO FLUXUS 2005 > Dividido em quatro mostras competitivas – E-cinema (ficções, experimentais), Anémic (animações), .doc (documentários) e Interactiva (web-arte, net-arte e interativos) – o Fluxus 2005 vai realizar uma mostra informativa, não competitiva, que pretende reunir as mais diversas possibilidades de feitura de imagens em movimento na internet e com as novas tecnologias de comunicação. Serão convidados a participar, videoblogues (blogs que utilizam vídeos ou invés de fotos ou somente textos), vídeos feitos com celulares (cinema celular) e com webcams, além de trabalhos que produzem imagens a partir de geradores de texto e som, e obras de videodesign. PORQUE A INTERNET? Criado em 2000, o Fluxus é um festival que acontece inteiramente on-line e tem como idéia original a de fazer da internet, além de um meio de exibição, um espaço de confluência de tendências das diversas mídias, suportes, linguagens e gêneros. O objetivo é permitir o acesso do público a realizações do mundo todo, que a partir do seu computador pode ver e interagir com produções audiovisuais autorais e independentes. O festival brasileiro foi um dos primeiros eventos de cinema a acontecer exclusivamente na internet mundial e um dos poucos que ainda está na ativa e com o seu conteúdo disponível. O Fluxus – Festival Internacional de Cinema na Internet, que estréia sua 5º. edição no dia 05 de maio, é uma realização da produtora cultural Zeta Filmes. Serviço Fluxus 2005 – 5o Festival Internacional de Cinema na Internet Inscrições até 23.02 no site www.fluxusonline.com. Outras informações: e-mail: info@fluxusonline.com tel: 55 31 32931582 / 32968042
Escrito por Carlos Reichenbach às 18h53
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NOVOS ENDEREÇOS PARA O INVENTÁRIO DO COMODORO
À CAMINHO DO QUEPE 2005 - NOVOS ENDEREÇOS 01
O OLHO DE HOCHELAGA
http://olhodehochelaga.zip.net/
editor: Milton do Prado (direto de Montreal) Milton do Prado é diretor e montador cinematográfico (um dos melhores do país).
Primeiras Linhas
Demorou um pouco, mas me rendi a essa nova ferramenta de comunicação chamada blogue, que já aviso que utilizarei assim mesmo, aportuguesada. Motivos como praticidade, economia, rapidez, curiosidade e uma pitada não-desprezível de tempo livre me fizeram encarar a blogagem, principalmente com o objetivo de trocar minhas impressões sobre meu exílio dos próximos quatro anos, Montréal, Quebéc, Canada. Deixei no Brasil os amigos e a produtora recém-parida, meu grande investimento pessoal dos últimos tempos, que espero encontrar na(s) minha(s) volta(s). Quem esperar um diário pura e simplesmente pessoal, com fotos da família brincando na neve e coisas do gênero, pode dar meia-volta. Quem achar que não vai ter nunca esse tipo de coisa, pode dar meia-volta também. Não pretendo me censurar, nem me policiar, mas muito provavelmente as impressões cinematográficas vão predominar. Hochelaga é como Montreal era conhecida antes da chegada dos franceses e bem antes deles começarem a se engalfinhar com os ingleses por esse grande pedaço de terra até hoje não tão habitado. Meu olhar de estrangeiro influencia evidentemente o cinema que vejo, e o cinema que vejo influencia minha experiência nessa terra nova. O olho de Hochelaga vai falar um pouco sobre isso. Às vezes sou cínico, mas romântico o suficiente para acreditar que o blogue pode vir a ser um meio de expressão e comunicação. Como todo diário que se preza, dificilmente vai ser atualizado diariamente.

CINETRIX
http://www.fotolog.net/cinetrix
editor: Ricardo Morgan
Ricardo Morgan, é mineiro, tem 22 anos, estuda jornalismo e escreve críticas de cinema em sua coluna semanal no Jornal da Cidade (o jornal publicitário mais antigo do país (ano passado completou 45 anos). Já realizou um curta metragem com miniclips de sua câmera fotográfica digital, chamado "UMA MENTE PERVERSA". Em seu endereço eletrônico, Ricardo armazena suas críticas (quase 300 resenhas publicadas), 21 fichas de cinema e várias crônicas e comentários sobre eventos mais postagens de caricaturas de atores com filmografias, premiações e curiosidades.

Escrito por Carlos Reichenbach às 20h44
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QUEPE NA TV e A RESPOSTA DE JORGE FURTADO
Estou repassando informações do ALMANAQUE, da jornalista Maria do Rosário Caetano.
CINEJORNAL - Matérias que vão entrar no Cinejornal (Canal Brasil) deste sábado, dia 15/01. Com reprise no Domingo, 18h30, e na Segunda:
QUEPE DO COMODORO Entrega do Troféu Quepe do Comodoro, em São Paulo, prêmio para sites e blogs cinematográficos, atribuído por Carlão Reichenbach e entregue por Vanessa Goulart & Carlão.
FILME B NA TV - Quadro Filme B na TV: Paulo Sérgio Almeida fala sobre a novidade disponível em CD Card: é o Database Mundo 2003 com números e informações sobre cinema no Brasil e no Exterior. Um guia completo para cinéfilos, estudantes em geral, e curiosos em saber mais sobre o cinema no mundo todo.
WALTER SALLES - Entrevista com Walter Salles sobre o longa Diários de Motocicleta. O filme concorre neste DOMINGO, dia 16, ao Globo de Ouro, na categoria melhor filme estrangeiro. É a terceira vez que o Walter disputa este prêmio. Nesta entrevista, Walter fala do trabalho de produção do filme, da extensa pesquisa e do prazer de filmar essa história.
JORGE DREXLER - Uma outra entrevista, agora com Jorge Drexler, cantor e compositor uruguaio que foi convidado pelo Walter Salles para compor uma música especialmente pro "Diários" que se chama "Al otro lado del río". Ele estava no Brasil lançando o sétimo CD da carreira. Já gravou com Paulinho Moska, Celso Fonseca, entre outros... Às vésperas do Globo de Ouro (domingo) o Canal Brasil está dando destaque ao longa...
No mesmo ALMANAQUE, Rosário publica a nota oficial de Jorge Furtado e da Casa de Cinema, para a coluna de Diogo Mainardi publicado na revista VEJA, número 1.887.
NOTA OFICIAL DE JORGE FURTADO E CASA DE CINEMA DE PORTO ALEGRE "Não é tarefa simples desenredar o emaranharado de calúnias, inverdades, imprecisões e maldades da coluna de Diogo Mainardi publicada na edição 1.887 da revista Veja. Eu e a Casa de Cinema de Porto Alegre, empresa da qual sou sócio, vamos processar o jornalista e a revista Veja para tentar reparar, na justiça, qualquer espécie de prejuízo que o texto possa ter provocado. Informamos que serão processados também qualquer jornal, site na internet, revistas ou quaisquer publicações que, com ou sem autorização expressa do jornalista e da revista Veja, também publicarem o referido artigo, total ou parcialmente. Por se tratar de tema que envolve disputa judicial, esta será a única declaração que, por enquanto, daremos sobre este assunto lamentável". Jorge Furtado Porto Alegre, 10.01.05
Escrito por Carlos Reichenbach às 14h34
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A NOITE DOS QUEPES - Parte 6
O ÚLTIMO MINI-QUEPE

Antes de enviar, via correio, o último dos 11 marcadores de livros, confeccionados por um artesão joalheiro, à partir de uma criação da artista plástica Elaine Morrone, para o editor Leo Faria, do site ADORO CINEMA BRASILEIRO, o Comodoro fez questão de fotografá-lo, já que sua matriz foi destruida.
A idéia, caso o prêmio Quepe do Comodoro venha a ter vida longa, é criar a cada ano um desenho novo para os marcadores de livros com que serão contemplados as menções especiais e o júri oficial.

Escrito por Carlos Reichenbach às 15h24
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